Mostrando postagens com marcador história. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador história. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

CONHECENDO NOSSA HISTÓRIA


No passeio escolar realizado hoje pela manhã, tivemos a oportunidade de conhecer vários pontos históricos da Cidade Baixa, como a Igreja Católica, construída por Tibúrcio Valeriano Gurgel do Amaral. No local há uma placa da Prefeitura (de 1968) em homenagem ao cinquentenário da construção dessa capela, em 24 de outubro de 1918.

Conhecemos também a primeira casa da Cidade Baixa, construída por Tilon Gurgel do Amaral em 1881, e que é o marco inicial da cidade de Felipe Guerra.

Fomos até o Mercado Público Municipal e descobrimos que ele foi concluído e melhorado na gestão do primeiro prefeito felipense, Dr. Eilson Gurgel, e inaugurado em 31 de janeiro de 1967.

Conhecemos coisas que não conhecíamos, como o Castelo, e descobrimos que nossa cidade recebeu esse nome como uma homenagem ao deputado e desembargador Felipe Néri de Brito Guerra, em 18 de setembro de 1963.


Por Beatriz, Sabrina, Gessione, Ana Lúcia, Rebeca e Emanuelly (6º C)

A IMPORTÂNCIA DA PRESERVAÇÃO DOS PRÉDIOS ANTIGOS


É importante preservar-mos a nossa cidade pois nela está contida a nossa História. Além disso, ela tem muita cultura, como os costumes de tomar banho de chuva, de rio, o hábito de dormir de rede (herdado dos índios).

Aqui existem várias casas antigas que contam nossa História e que ainda estão de pé. Mas outras já foram demolidas ou desabaram com o tempo, como o prédio onde funcionou a primeira delegacia da cidade (quando esta ainda era conhecida como Pedra de Abelha), que ficava ao lado do Mercado Público.

Por isso, devemos preservar nossa História e nossa cultura refletidas nos prédios antigos de nossa cidade.


Por Lucas, Nicolas, Kerverson e Fabrício (6º C)

AULA DE CAMPO SOBRE A HISTÓRIA DE FELIPE GUERRA NO BAIRRO CIDADE BAIXA


Na semana que antecede as comemorações pela Emancipação Política do município de Felipe Guerra (dia 18 de setembro), novamente, alunos da Escola Municipal Prof. José do Patrocínio Barra tiveram uma aula de campo sobre a História do nosso município no bairro da Cidade Baixa, o primeiro núcleo urbano de Felipe Guerra.


Alguns alunos tiveram a oportunidade de entrar e conhecer a capela da cidade, saber em que ano ela foi construída e qual o benfeitor da obra.

Na oportunidade também, aproveitamos para mostrar aos alunos o famoso Castelo da cidade, situado na "cabeça da ladeira".

Os alunos visitaram o prédio do Mercado Público e a primeira casa construída na Cidade Baixa.

Esse projeto visa inserir mais as crianças e adolescentes na História da sua própria cidade, visitando in loco os prédios que fazem parte desse patrimônio histórico e cultural, e assim, conscientizá-los da importância de se preservar o bairro Cidade Baixa, que deu origem à cidade de Felipe Guerra, para que outras gerações tenha oportunidade de conhecê-los e compreender suas origens.

Participaram desse projeto, alunos dos 6º A, B e C, e do 7º B, além dos professores João Paulo, Darcílio, Adriana e Joceleide.

Prof. João Paulo

terça-feira, 7 de setembro de 2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

I MOSTRA PRÉ-HISTÓRICA

.
Foi realizada agora pouco na Escola Municipal Prof. José do Patrocínio Barra a I Mostra Pré-Histórica.
.
O Projeto teve o objetivo de melhorar o conhecimento dos alunos do 6º ano C acerca da Pré-História - conteúdo trabalhado nesse bimestre - e como vivia o homem nesse período, além de desenvolver as habilidades artísticas e artesanais através da confecção de ferramentas e pinturas rupestres realizadas pelos próprios alunos.
.
A visita feita por esses alunos ao sítio arqueológico da Soledade contribui e muito para a realização dos trabalhos.
.
Armas.
.
Pinturas rupestres.
.
Produção do fogo.
.
Ferramentas.
.
A Mostra recebeu a visita de alunos da Escola Municipal Júlio Cavalcante, do Pequeno Príncipe e da Escola Estadual Antonio Francisco.
.

sábado, 10 de abril de 2010

ALUNOS FAZEM PESQUISA SOBRE NOMES HISTÓRICOS DO NOSSO MUNICÍPIO

.

Alunos do 6º ano C da EMPJPB fizeram um trabalho de pesquisa sobre quem foram as pessoas que dão nome à alguns prédios públicos e ruas do nosso município e o que elas representaram para a História de Felipe Guerra.

O resultado foi o levantamento, através de entrevistas, de um pouco sobre a vida de cada um desses personagens históricas da nossa cidade.

Veja abaixo alguns dos nomes pesquisados:

Joel Canela de Oliveira
Agricultor, pecuarista e funcionário público dos Correios. Na política foi vereador, sendo inclusive presidente da Câmara de 1977 à 1982. Também foi candidato a prefeito e a vice-prefeito. Prestou serviços comunitários à população felipense, inclusive doando sua casa durante algum tempo para servir de maternidade. Devido sua trajetória política e seus serviços prestados à Felipe Guerra, foi homenageado nomeando a Câmara Municipal.

Chiquinha Leite
Francisca Leite de Souza nasceu no Boqueirão no dia 09 de março de 1919. Teve uma infância pobre e sempre dedicou-se ao trabalho doméstico. Mesmo sem curso de formação, Chiquinha tinha algumas habilidades de artesanato. Na vida adulta viveu um grande amor com seu esposo Braz Costa. O amor foi tão intenso e verdadeiro que a mesma faleceu dia 31 de outubro de 1994 e seu esposo faleceu 48 horas depois, quem sabe para viver um amor eterno.
A cidade de Felipe Guerra possui dois conjuntos habitacionais que homenageam o casal: conjunto Braz Costa e conjunto Chiquinha Leite.

Gonzaga Maria da Conceição - Mãe Gonzaga
Foi parteira de coragem e coração. Teve 3 filhos, sendo 2 adotivos. Viveu durante muito tempo na Cidade Baixa onde fazia os partos tanto em sua casa como na casa das grávidas. Sempre fazia o parto sozinha, só convidando uma ajudante quando percebia que o parto seria complicado, e essa ajudante era sempre dona Bibia. Quando percebia que o parto seria muito complicado pedia que a família da grávida procurasse uma maternidade com mais recursos. Com o passar dos anos, Mãe Gonzaga percebeu que era preciso fazer um curso de aperfeiçoamento para adquirir mais conhecimentos e materiais hospitalares necessários na hora do parto. Tinha orgulho de falar que nenhuma mulher perdeu a vida em suas mãos. Em homenagem a este grande ser humano uma das avenidas de nossa cidade recebeu seu nome, a Av. Mãe Gonzaga, no conjunto Liberdade. A Maternidade recebeu o nome de Mãe Merinda, outra parteira do nosso município que exerceu a profissão bem antes de dona Gonzaga.

Maria Bernadete Pinto
Nasceu no sítio Brejo e desde cedo começou a trabalhar como professora na década de 1950. Depois de muitos anos de docência conseguiu se efetivar na rede estadual de ensino e passou a trabalhar na Escola Estadual Coronel Antonio Francisco, sendo a primeira diretora de lá. Foi devido seu trabalho em benefício da educação felipense que, através do projeto de Lei nº 03/99, de autoria do vereador Joel Canela de Oliveira Neto, que Maria Bernadete Pinto foi homenageada. A escolinha Jardim da Infância Mundo da Criança, recebeu o nome de Escola Municipal Maria Bernadete Pinto.

José do Patrocínio Barra
Professor no sítio Brejo até o ano de 1929, advogado prático, agricultor, criador de gado, juiz provisionado e político felipense. Pioneiro na luta pela educação do nosso município num período em que tudo era difícil.

quinta-feira, 25 de março de 2010

A LENDA DA "BOTIJA"

Botija é um caixote cheio de ouro.

A lenda conta que quem sonha com uma "botija" sonha com um espírito que vai levá-lo até lá . A pessoa tem que sonhar com um espírito que vai mostrar onde está a botija mais não pode contar a ninguém. Se a pessoa contar irá esquecer tudo que o espírito lhe revelou, e ainda vai atanazá-la. O espírito muitas vezes se transforma em um cachorro de olhos vermelhos e não o deixa em paz.

Algumas pessoas mais velhas dizem que quem sonha com uma botija não crê em Deus.

.
Alunos do 8° ano "A"

terça-feira, 16 de março de 2010

UMA CASA HISTÓRICA

Esta casa histórica foi construída em 1903. Muitos acontecimentos ocorreram nos últimos anos. Todas as pessoas que moravam nela morreram como os falecidos Manoel Domingo do Rosário, Ana Senhorinha de Lima, Caetana Maria de Oliveira e Manoel Domingo Filho. Essa casa é a mais velha do sítio São Lourenço e atrás dessa casa tinha uma casa velha onde servia para fazer cera de carnaúba, e com uma forte chuva desabou. Muitos acreditam que a casa onde os falecidos morreram seja assombrada.

.
Cleberson, Tiago 9º D
.